Category: Comentários


– “Finalmente li o teu “Apologia do Silêncio” e gostei imenso. É muito interessante descobrir as tuas diferentes facetas como escritora. Da prosa que li com “O Guardião da Espada” até esta alma puramente poética que nos mostras com este. Só posso mesmo dar-te os meus valentes parabéns!” – Miguel Duarte

 

– “Vale a pena ler e reler várias vezes.” – Maria Pereira

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– “Venho, num pequeno instante, como pequeno é este livro, dizer-vos (e porque não ao Mundo?) que não podem deixar de ler estas cartas de amor, escritas num estilo tão próprio e inspiradas numa grande paixão cultural da autora!” – Débora Guerreiro

 

– “Não resisti e li o teu livro todo de seguida! Sei que depois vou ter que voltar a lê-lo com mais calma e saborear melhor mas não consegui parar de ler. Toda aquela troca de belas palavras, repleta de sentidos e sentimentos, fez-me mergulhar e só voltar a mim quando cheguei à última página. Obrigada por escreveres e partilhares o que escreves!” – Rute Moura

 

 

– “Gosto dos contos de outrora
já quase todos estão lidos
e vou dizer-vos agora
isto sim, é que são livros!” – Fátima Camilo

– “Estes “contos”, qual reminiscência, fazem (re)ssurgir os actos inocentes que dentro de nós guardamos. Em criança, adolescência ou em idade mais avançada…Não é apenas a sensação de que somos outra vez crianças mas, acima de tudo, a sensação de que voltamos a um lugar que é nosso e do qual não queremos voltar a esquecer.” – Débora Guerreiro

– “Não se trata apenas de contos do baú da memória, mas também do agora, do momento. A capa e o título denunciam esta verdade logo de início, mas não vislumbra de imediato toda a doçura e desprendimento com que os temas, as conversas, sejam banais ou profundas, são tratadas. É necessário intercalar um conto do presente com um do passado, para percebermos que toda a nossa génese lá está.” – Lídia Santos

– “Os contos, no geral, contêm em si a semente da adjectivação: o oiro escuro, o cheiro a madeira gasta, o caminho longo, mais longo que, longínquo…É esse o caminho que percorremos, diariamente, para perceber se existe correspondência entre aquilo que somos e aquilo que julgáramos ser. Todos os testemunhos destes contos afiguram-se histórias do que já fomos ou do que ainda poderemos ser. Mais do que tudo, são rostos nossos conhecidos, cheiros que caminharam connosco lado a lado, sem que, por vezes, sequer nos déssemos conta.” – Mafalda Guedes

– “Da sua preterição para segundo plano em prol dos grandes romances, os contos, ao longo da sua existência, têm assistido a muito. De contadores de histórias em si, com pequenas linhas ou muitas, revisitamos nestes “contos de agora e de outrora”, o motivo pelo qual urge revitalizar este estilo tão próprio.” – Mariana Lança

– “Ler este livro é vivenciar pequenas histórias que, não estando interligadas, poderiam tê-lo estado. Pelos tempos invocados, pelas personalidades tão próprias de cada personagem, que se poderiam ter cruzado em qualquer esquina ou sob qualquer lua.” – Patrícia Gomes

    

 

 

 

 

 

– “Um livro muito interessante, dividido em 3 livros:
_ Livro I – Partida;
_ Livro II – Iniciação;
_ Livro III – Regresso.
A autora leva-nos a viajar por um mundo de aventura e fantasia, através da nossa personagem Halgalad, que parte à procura de uma espada protegida, para a Floresta dos Sem Nome, lá encontra-se com seres estranhos e enigmáticos, mas consigo parte Bethil, uma mulher bela e enigmática e que o surpreende na Floresta dos Sem nome. O que seria ela e o que fez ela para o surpreender?
Uma estória interessante, cativante, de fácil leitura e acessível, com uma escrita fluente. Lê-se muito bem este livro, muito bom. Recomendado.” – Clube dos Livros
     
– “O livro “Ear’ Quessir O Guardião da Espada” conduziu-me de novo à  infância pela mão de Halgalad e Belthil, diverti-me com as suas  aventuras e desventuras, entrei num mundo fantástico, imaginei tempos perdidos e vislumbrei um início de romance.” – Mariana Mirrado canas
    
– “Halgalad deu um passo, depois outro e caminhou. E em cada trilho, encontrou uma surpresa, um lobo mau, uma fada, uma borboleta amarela, um leopardo negro, um companheiro… Pior do que não terminar o caminho é nunca partir e dar o passo. A Vida não é a simples respiração contínua e sim pequenos momentos capazes de nos tirar o fôlego. Halgalad não quis viver de fantasias e sim de realidades fantásticas.” – Patrícia Namora Caeiro
    
– “Ao ritmo da tradição celta, Ana Brilha empenhou-se em escrever uma história que poucos autores portugueses se atreveram até agora. Magia e mistério, uma mistura poderosa mas também ousada. A demanda pelas origens, sejam elas familiares, do Bem ou do Mal, não podiam estar melhor retratadas neste envolvente livro.” – Débora Guerreiro

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